terça-feira, 12 de maio de 2015

Prudence Johnson


Prudence Johnson cresceu em uma família musical em Moose Lake, Minnesota. No início de 1970, Prudence foi co-fundadora (com Tim Sparks) do grupo de jazz Rio Nido. Eles gravaram três álbuns e fizeram muitos shows na área de Minneapolis, Minnesota.

Depois do tempo tocando com Rio Nido, ela gravou três álbuns solo para Red House Records - Vocals, Songs of Greg Brown, e Little Dreamer, este último, de 1984, é uma coleção de canções infantis coletadas de todo o mundo.



Ela foi premiada com uma bolsa de estudo McKnight para gravar Moon Country, uma coleção de canções de Hoagy Carmichael. Ela tem colaborado também com quatro compositores de Minnesota para uma apresentação da poesia de Edna St. Vincent Millay, chamada A Girl Named Vincent.


Em 2005, Johnson produziu, dirigiu e atuou em uma produção teatral musical sobre o naufrágio do Edmund Fitzgerald intitulada Ten November. A produção contou com Claudia Schmidt, Ruth McKenzie, Kevin Kling e Peter Ostroushko. Ela também foi responsável pela trilha sonora. A produção conta a história do naufrágio de um navio de minério, e tudo isso a partir do ponto de vista dos membros da tripulação, marinheiros locais, além das esposas de vários membros da tripulação.

Recentemente, a formação original do Rio Nido, com Johnson, Sparks e Tom Lieberman, realizou uma série de shows. Rio Nido foi introduzido no Rock and Minnesota País Hall of Fame em abril de 2007.

(fonte: Wikipedia)


Opinião do Blog:

 Apesar da qualidade do trabalho de Prudence Johnson saltar aos ouvidos já na primeira audição, é difícil encontrar menções a ela mesmo em sites especializados de folk e jazz.

As poucas canções que pude encontrar do Rio Nido, por exemplo, me pareceram ótimas, mas as informações ou links sobre o grupo são muito escassos.

Seu disco Little Dreamer parece ter sido o trabalho de maior repercussão, e imagino que não é um disco representativo da carreira de Prudence como um todo. Mas é um disco encantador. Com uma instrumentação reduzida (apenas voz, violão, harpa, alguns naipes de cordas), e arranjos cheios de silêncios, as canções cativam justamente pelo alto nível dos instrumentos, e a voz marcante da cantora. 

Alguns temas são bem conhecidos, caso de Summertime, ou Good Night (dos Beatles). Outros são bem obscuros, e há até mesmo um em português ("Rouxinol do Bico Preto", que confesso nunca ter escutado). 



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